Michel Temer afirma ser razoável reduzir o número de ministérios
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| Reduzir ou fundir as pastas não significa diminuir gastos |
Vice-presidente contraria Planalto, mas ressalva que fusão
de pastas não significa redução de gastos. Ignorado pela presidente Dilma
Rousseff na discussão sobre a natimorto Constituinte da reforma política, aos
poucos o vice-presidente Michel Temer orienta em meio aos caminhos em que o
governo se perdeu durante as manifestações populares que agitaram o país.
Presença garantida nas reuniões com Dilma, não deixa o PMDB,
o maior partido do Congresso, que não tem gostado com o tratamento dado pelo
governo.
Embora tenha a missão de acalmar os ânimos, Temer abraça o
novo discurso do partido: o enxugamento de ministérios, contrariando o
Planalto. E, ainda, faz a ressalva de que a fusão de pastas não significa corte
de gastos. Diz que o PMDB está disposto a dar a sua contribuição na redução na
Esplanada, mas deixa claro que esse assunto é uma decisão presidencial.
Nos últimos dias, seu gabinete se transformou em ponto de
encontro de políticos em busca de conselhos diante da crise do país e dos
reflexos dos protestos nas eleições de 2014.





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